A dextrana sempre foram um desafio para usinas de açúcar. Elas são polissacarídeos viscosos produzidos por bactérias como a Leuconostoc mesenteroides, principalmente quando há contaminação bacteriana durante a moagem da cana. Essas substâncias interferem na filtração, na cristalização e na pureza final do açúcar.
A aplicação de enzimas na indústria açucareira ganhou força nas décadas de 1970 e 1980, como resposta à crescente preocupação com perdas no processo e baixa eficiência de extração. A dextranase, uma enzima específica, começou a ser empregada em usinas para quebrar as ligações α-1,6 dos dextranos, reduzindo a viscosidade do caldo.
Antes disso, as soluções eram mecânicas (aumento da temperatura, agitação) ou químicas (uso de produtos de difícil controle), com resultados variáveis e custos elevados.
Com o avanço da biotecnologia industrial, enzimas de alta especificidade e estabilidade começaram a ser produzidas em larga escala — é neste cenário que surge a WZ 6610, uma das mais eficazes do mercado.
O que é o produto WZ 6610 e como atua?
A WZ 6610 atua diretamente na quebra da dextrana, convertendo-a em glicose e oligossacarídeos menores.
Diferenciais técnicos:
- Caldo menos viscoso
- Filtração mais eficiente
- Menor viscosidade em massas e méis
- Açúcar com mais brilho, cor e estabilidade
- Melhor fermentação
Como aplicar?
A dosagem da WZ 6610 deve ser ajustada conforme o tipo de caldo e as condições microbiológicas da cana. Nosso corpo técnico está disponível para definir a melhor estratégia de uso para sua operação.
O uso de enzimas como a WZ 6610 marca um novo padrão de eficiência no setor sucroenergético. Investir em biotecnologia é reduzir perdas e garantir a qualidade do açúcar, da primeira à última moagem.
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